Nova Viçosa Bahia

 Nova Viçosa é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população estimada em 2004 era de 35.414 habitantes.

Nova Viçosa foi "descoberta" em 1720 pelo capitão João Domingos Monteiro atracou às margens do Rio Peruípe, e aqui fundou o nome Vila Viçosa, que mais tarde viria a ser chamada de Nova Viçosa. Depois este pequeno vilarejo foi evoluindo e se tornou distrito da cidade de Caravelas. Em 1733 foi fundada a igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição que permanece até hoje com sua estrutura preservada.

Em 1962 Nova Viçosa se emancipou e tornou-se município. Nova Viçosa possui muitas belezas naturais como o rio Peruípe e resquícios da mata atlântica preservados, suas belas prais e ilhas como Abrolhos, Barra Velha, Coroa Vermelha e etc. Além de manter alguns predios e casas nos mesmos moldes da época colonial , é uma cidade turistica muito visitada no verão faz parte da costa das baleias e teve moradores historicos como o arquiteto e escultor Zanine Caldas, o escultor Frans Krajcberg (que ali reside até hoje) e a escritora Sylvia Orthof.

Segundo as cartas náuticas de nºs 1300 e 1310, é o ponto do continente que mais se aproxima do Arquipélago de Abrolhos - a primeira reserva ecológica marinha brasileira (criada em 1983). Este arquipélago foi fonte de estudos de Charles Darwin, que esteve por lá com seu navio Beagle, por volta de 1832, quando fez registros em seu diário. Com muitas espécies endêmicas - chapadões e coral cérebro (nomes populares), o arquipélago formado por 5 ilhas, tem uma atração especial de julho a novembro de todos os anos, quando as baleias Jubartes (baleias canoras), se deslocam do Atlântico Sul para ali buscarem amamentar e reproduzir a espécie. Nesta época o Turismo de Observação aumenta a cada ano, com taxas consideradas acima da média mundial (32%). Outra atração do lugar, é a residência do artista plástico Frans Krajcberg, que mora há 35 anos no Sítio Natura, próximo à cidade, e tem seu ateliê em uma casa feita por Zanine (arquiteto de renome), em cima de um tronco de Oiti. O artista está fazendo um museu/instituto, para abrigar suas obras e de outros artistas-amigos, um legado aos visitantes da região.

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